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Guilherme Derrite, secretário de Segurança Pública de São Paulo, anunciou nesta terça-feira (16) que um dos suspeitos ligados ao assassinato do ex-delegado Ruy Ferraz Fontes, ocorrido na última segunda-feira (15) em Praia Grande, foi identificado.
O homem, que possuiria antecedentes criminais por roubo e tráfico de drogas, está sendo procurado pela polícia.

Morte de ex-delegado-geral: líder do PCC que deixou prisão é suspeito de envolvimento
Coronel diz que ação foi ‘coordenada, planejada e com características táticas’; Ruy Ferraz Fontes foi assassinado na Praia Grande, litoral sul de SP, na noite de terça-feira

Ex-delegado-geral executado na Praia Grande foi alvo de atentado do PCC há 15 anos
Ruy escapou de um plano para assassiná-lo em 2010, quando trabalhava no 69.º DP, na Cohab Teotônio Vilela
A identificação foi possível após a polícia encontrar evidências em um veículo abandonado próximo ao local do crime.
O carro, que não foi incendiado pelos criminosos, estava próximo a carregadores de armas, o que indica a ação organizada dos envolvidos.
Ruy Ferraz foi morto a tiros enquanto dirigia seu carro, após ser perseguido por criminosos que dispararam diversas vezes contra ele.
O ataque aconteceu próximo à prefeitura de Praia Grande, onde o ex-delegado atuava como secretário de Administração.
As investigações apontam que o crime pode ter sido motivado por retaliação do crime organizado, já que Ruy Ferraz tinha um histórico de combate a facções criminosas na região.
Em 2019, ele foi alvo de uma ordem de morte emitida pelo PCC, em resposta a transferências de líderes da facção para presídios federais.
Até o momento, nenhum suspeito foi preso.
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A Secretaria de Segurança Pública lamentou a morte do ex-delegado e reforçou o compromisso de capturar todos os envolvidos.
O corpo de Ruy Ferraz foi velado no Palácio 9 de Julho e será sepultado no Cemitério da Paz, em São Paulo, ainda nesta terça-feira.