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SÃO PAULO – Refletindo a manutenção do clima de otimismo dos mercados, o dólar comercial mantém a tendência de desvalorização recente e opera em forte queda na tarde desta sexta-feira (1º), atingindo o seu menor patamar desde outubro de 2000.
As bolsas norte-americanas operavam em valorização nesta tarde, incentivadas por indicadores dos EUA, que revelaram que as contratações quase dobraram em maio e a inflação ficou abaixo do esperado, segundo o PCE. O índice Standard & Poor’s 500 atinge o seu terceiro recorde consecutivo nesta sexta-feira.
Por outro lado, na tentativa de conter uma queda mais expressiva, o Banco Central realizou um leilão diário de compra de dólares à vista. A autoridade monetária aceitou, segundo fontes de mercado, entre 10 e 12 propostas, com taxa de corte definida em R$ 1,9075.
Em adição, o BC anunciou há pouco um leilão de swap cambial reverso nesta sessão, previsto para às 15h30, com oferta equivalente a cerca de US$ 1,6 bilhão, em 31.850 contratos.
Dólar comercial opera em forte queda
O dólar comercial opera cotado a R$ 1,8990 na compra e R$ 1,9010
na venda, forte baixa de 1,25% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0640, representando um ágio de 8,69%
em relação ao dólar comercial.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 11,04%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho
opera cotado a R$ 1.916,
forte baixa de 0,75% em relação ao fechamento
de R$ 1.930
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, opera em baixa de 0,21%,
atingindo R$ 1.925 frente
à R$ 1.929 do fechamento de
quinta-feira.