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BC volta a discutir Selic em setembro; veja fundos para investir antes da reunião

A rentabilidade desta classe de ativo pode ter como referência a taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que acompanha a variação da Selic

MoneyLab

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central realiza nos dias 16 e 17 de setembro mais uma reunião do colegiado para discutir a taxa básica de juros da economia nacional, a Selic, atualmente em 15% ao ano. O encontro costuma ser bastante aguardado pelo mercado já que sua decisão tende a refletir nos investimentos – inclusive nos produtos de renda fixa.

Isso porque a rentabilidade desta classe de ativo pode ter como referência a taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário), que acompanha a variação da Selic. Logo, mudanças na taxa de juros representa alterações no retorno de produtos como CDBs, LCIs, LCAs, entre outros.

A lista inclui também os fundos de investimentos focados em renda fixa, indicados para quem buscam pontos como gestão profissional do patrimônio, diversificação e custos compartilhados com outros cotistas. Entenda um pouco mais como funciona esta classe de ativo, seus riscos, vantagens e exemplos de fundos.

Confira opções de Fundos de Renda Fixa: 

Legacy Capital Compound FIF DEB Infra CDI Ativo RF CP RL

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XP Corporate Top CP FIF FIRF LP RL

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SulAmérica Crédito Ativo FIRF CP LP

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Fundo 24 Horas FIRF RL

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Confira a seleção completa de fundos disponíveis na XP

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O que esperar da renda fixa, de acordo com a XP

O time de Economia XP espera que a Selic permaneça em 15% ao ano até o fim do 2025, com flexibilização gradual para 12% até o final de 2026, destacaram os especialistas em relatório recente. A inflação, de acordo com a casa, deve seguir acima da meta do Banco Central este ano, apesar de alívios pontuais nos próximos meses.

Diante do cenário, a alocação em renda fixa recomendada pela XP para o mês de setembro é a seguinte:

Inflação (IPCA+): a XP acredita que os títulos de renda fixa atrelados à inflação ainda oferecem um bom carrego, com taxas de juros reais acima de 7%, além de protegerem o poder de compra no longo prazo. “Vemos a classe como uma opção de risco x retorno atrativa, principalmente para os vencimentos intermediários (por exemplo, a NTN-B 2030 e a 2033)”, diz o relatório.

Pós-fixados (%CDI / CDI+): Com os juros em patamares ainda elevados, é possível capturar bons retornos com baixa volatilidade, observam os especialistas da XP. “Nossa visão é positiva para títulos públicos para perfis conservadores, e emissores bancários e privados, de setores menos cíclicos, com boa liquidez e alta qualidade para perfis de maior aceitação a risco”, destacam.

Prefixados: “Nossa visão segue neutra em termos percentuais para essa classe de ativos, sendo possível encontrar melhores oportunidades em títulos com duration de até 3 anos”, finaliza o relatório da XP.

Leia mais: O Mês na Renda Fixa – Setembro/2025

Fundos de investimento: como funcionam?

Ao investir em um fundo, o investidor adquire cotas que representam uma fração do patrimônio total. A valorização dessas cotas depende do desempenho dos ativos que compõem a carteira.

A gestão do fundo é realizada pelos gestores, que tomam decisões de investimento com base na política e nos objetivos estabelecidos no regulamento do fundo.

Os fundos estão sujeitos a riscos, que podem variar conforme o tipo de ativo investido. Antes de investir, é importante conhecer o perfil de risco do fundo e consultar materiais técnicos, como o regulamento e o prospecto, disponíveis nos canais oficiais.

Tipos de fundos e estratégias

Os fundos são classificados conforme os ativos em que investem. Abaixo, seguem alguns exemplos:

Quais são as vantagens em investir em fundos?

Os fundos de investimento são atrativos por diversos motivos:

Quais são os riscos?

Investidores, porém, devem estar atentos aos riscos associados, tais como:

Custos e tributação

Além disso, os fundos possuem taxas que impactam os rendimentos:

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