Maior ataque russo à Ucrânia deixa mortos, feridos e atinge prédio do governo

Pelo menos 10 locais em Kiev foram atingidos no ataque; um prédio residencial de quatro andares também

Estadão Conteúdo

A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, tira uma selfie dentro do prédio da sede do governo ucraniano, danificado durante ataques de drones e mísseis russos, em meio ao ataque russo à Ucrânia, em Kiev, Ucrânia, em 7 de setembro de 2025. A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, via Facebook/Divulgação via REUTERS. ATENÇÃO, EDITORES - ESTA IMAGEM FOI FORNECIDA POR TERCEIROS. MELHOR QUALIDADE DISPONÍVEL.
A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, tira uma selfie dentro do prédio da sede do governo ucraniano, danificado durante ataques de drones e mísseis russos, em meio ao ataque russo à Ucrânia, em Kiev, Ucrânia, em 7 de setembro de 2025. A primeira-ministra da Ucrânia, Yulia Svyrydenko, via Facebook/Divulgação via REUTERS. ATENÇÃO, EDITORES - ESTA IMAGEM FOI FORNECIDA POR TERCEIROS. MELHOR QUALIDADE DISPONÍVEL.

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Um novo ataque russo à Ucrânia com 805 drones e 13 mísseis na madrugada deste domingo, 7, deixou ao menos dois mortos, entre eles um bebê de 3 meses, além de 17 feridos. A ofensiva também atingiu o prédio onde estão os gabinetes de ministros do país, localizado na capital Kiev. Ainda não há informações sobre se a estrutura foi atingida propositalmente ou por destroços.

As duas pessoas mortas eram uma mãe e seu filho de 3 meses, cujos corpos foram retirados de escombros por socorristas.

A Ucrânia conseguiu abater 747 drones e 4 mísseis, de acordo com um comunicado da Força Aérea do país. Pelo menos 10 locais em Kiev foram atingidos no ataque; um prédio residencial de quatro andares também.

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A investida deste domingo é o segundo ataque em massa de drones e mísseis russos a atingir Kiev no intervalo de duas semanas.

A ofensiva ocorre após 26 países se comprometeram a apoiar a Ucrânia após o cessar-fogo com a Rússia. O novo ataque, no entanto, diminui as expectativas de uma nova rodada de negociações, para a qual o presidente ucraniano, Volodmir Zelenski, diz estar pronto.

O governo ucraniano também fez um novo apelo ao presidente Donald Trump para que ele imponha sanções punitivas à Rússia para pressionar o país a encerrar a guerra.

(Com agências internacionais)