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SÃO PAULO – Seguindo a tendência de recuperação, o dólar comercial fechou em alta pela terceira sessão consecutiva, retornando para o patamar dos R$ 2,10 nesta sexta-feira. A moeda norte-americana registrou valorização de 0,19% na semana.
A divisa refletiu a expectativa da conclusão da reunião do G7, destaque da sessão, diante da fraca agenda do dia, e a intensificação da atuação do Banco Central nesta tarde.
Além disso, influenciadas pela desvalorização dos papéis de tecnologia, diante da fraca demanda por semicondutores usados em eletrônicos, as bolsas norte-americanas operavam em queda.
Banco Central
Conforme já era esperado, o Banco Central realizou mais um leilão de compra de dólares à vista durante a sessão. A nova atuação da entidade contribuiu para a valorização da moeda.
Segundo fontes de mercado, autoridade monetária aceitou 12 propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,1020.
Dólar comercial fechou em queda e voltou ao R$ 2,10
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1070 na compra e R$ 2,1080
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na venda, alta de 0,72% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3100, representando um ágio de 9,63%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 0,71% em fevereiro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,36%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
encerrou o dia cotado a R$ 2.113,
alta de 0,69% em relação ao fechamento
de R$ 2.098
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, fechou em alta de 0,52%,
atingindo R$ 2.126 frente
à R$ 2.115 do fechamento de
quinta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,108.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 6,35% para abril de 2007, alta de 0,15 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.