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SÃO PAULO – Depois de atingir o seu menor nível desde maio de 2006, o dólar comercial opera em alta na tarde desta sexta-feira, refletindo um movimento de ajuste de posições.
Dados sobre o mercado imobiliário norte-americano, apresentados pela manhã, revelaram que o número de vendas de casas usadas em fevereiro avançou mais do que o esperado, reduzindo as apostas de corte da Fed Funds Rate.
Corroborando a valorização da moeda, os investidores aguaram uma nova intervenção do Banco Central no mercado de câmbio à vista. Na véspera, a intensificação das atuações da instituição impulsionou levemente a divisa.
Dólar comercial opera em alta
O dólar comercial opera cotado a R$ 2,0640 na compra e R$ 2,0650
na venda, alta de 0,19% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,2500, representando um ágio de 9,01%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 2,59% em março, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 3,37%.
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Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril
opera cotado a R$ 2.067,
alta de 0,24% em relação ao fechamento
de R$ 2.062
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, opera em alta de 0,24%,
atingindo R$ 2.076 frente
à R$ 2.071 do fechamento de
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ontem.