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SÃO PAULO – Em uma sessão marcada pela tranqüilidade, o dólar comercial fechou em queda nesta segunda-feira, refletindo, sobretudo, a elevação do preço das commodities e o ingresso de recursos externos.
Tendo em vista um teste com arma nuclear na Coréia do Norte e um possível corte de produção de petróleo, anunciado pela Opep, as commodities seguiram em valorização no mercado internacional durante o dia, influenciando na desvalorização da moeda.
Reforçando a depreciação da divisa, foi divulgado pela manhã a balança comercial referente à primeira semana de outubro. O saldo positivo de US$ 1,129 bilhão contribuiu para a queda registrada nesta sessão.
Banco Central
O Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares à vista nesta segunda-feira, porém a nova atuação não foi suficiente para impulsionar a moeda.
Segundo fontes do mercado, a autoridade monetária aceitou seis propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,157.
Dólar comercial fecha em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1540 na compra e R$ 2,1570
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na venda, baixa de 0,19% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3340, representando um ágio de 8,36%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 0,64% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 7,15%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.166,
baixa de 0,35% em relação ao fechamento
de R$ 2.173
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,37%,
atingindo R$ 2.179 frente
à R$ 2.187 do fechamento de
sexta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,156.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,25% para janeiro de 2007, alta de 0,03 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.