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SÃO PAULO – O dólar comercial fechou em queda pela segunda sessão consecutiva nesta quinta-feira, ainda influenciado pelos comentários do Fomc na véspera e refletindo a manutenção de um cenário benéfico ao ingresso de recursos no país.
Neste sentindo, o comunicado do comitê, apresentado junto à decisão de manutenção da Fed Funds Rate em 5,25% ao ano, sugeriu que a desaceleração econômica do país deve conter a inflação, sem a necessidade de esforço monetário adicional.
Já no quadro doméstico, a ata do Copom, publicada pela manhã, reiterou “maior parcimônia” ao lidar com os juros.
Banco Central
Na tentativa de impedir uma desvalorização mais expressiva da divisa, o Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares à vista nesta sessão. No entanto, a nova atuação não foi suficiente para impulsionar a moeda.
Segundo fontes de mercado, a autoridade monetária aceitou 16 propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,134.
Dólar comercial fechou em baixa
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1360 na compra e R$ 2,1370
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na venda, baixa de 0,37% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3340, representando um ágio de 9,27%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 1,57% em outubro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,01%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em novembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.140,
baixa de 0,33% em relação ao fechamento
de R$ 2.147
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em dezembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,55%,
atingindo R$ 2.153 frente
à R$ 2.165 do fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,138.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,02% para dezembro de 2006, alta de 0,01 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.