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SÃO PAULO – O zinco renovou seu patamar recorde nesta terça-feira, em sua quinta sessão consecutiva em alta na Bolsa de Londres, com a queda dos estoques e a interrupção da produção do metal que é usado para galvanizar o aço.
A maior produtora do zinco, a canadense Teck Cominco, afirmou, na última segunda-feira (30), que o carregamento do metal atrasou por conta do mau tempo na maior mina de zinco, Red Dog, no Alasca. Os preços registram alta de 28% neste mês.
Os estoques da matéria-prima, monitorados pela London Metal Exchange, caíram 1,2%, para cerca de 107 mil toneladas, a menor desde abril de 1991. Vale observar também que alta deste mês para o zinco é a maior desde fevereiro de 1989.
Consumo
“O consumo ainda supera as produções”, afirmam analistas. Impulsionado pela maior consumidora de zinco no mundo, a China, o consumo global do metal cresceu 3,5% nos primeiros nove meses deste ano.