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SÃO PAULO – Depois de demonstrar certa instabilidade ao longo da sessão, o dólar comercial fechou estável nesta sexta-feira, refletindo a ponderação entre a entrada de recursos externos e a nova atuação do Banco Central.
Diante da fraca agenda da sessão, o destaque do dia ficou com a divulgação dos dados do IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor – 15) de novembro, que registrou uma variação positiva de 0,37%, o maior nível em oito meses.
Além disso, o movimento de ajuste de posições, diante da valorização da divisa nas últimas três sessões, também influenciou as negociações nesta sexta-feira (24).
Banco Central
O Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares à vista. Segundo fontes de mercado, a autoridade monetária aceitou seis propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,1695.
Dólar comercial fechou estável
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1680 na compra e R$ 2,1690
na venda, estável em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3500, representando um ágio de 8,39%
em relação ao dólar comercial.
O
dólar acumula valorização de 1,31% em novembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 6,63%.
Dólar futuro na BM&F
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em dezembro
encerrou o dia cotado a R$ 2.172,
estável em relação ao fechamento
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em janeiro, por sua vez, fechou estável,
atingindo R$ 2.184 frente
ao fechamento de
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1699.
Curva de FRA de cupom cambial
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O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,96% para janeiro de 2007, alta de 0,01 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.