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SÃO PAULO – O dólar comercial fechou o dia próximo à estabilidade, com o mercado atento à divulgação de futuros indicadores nos EUA neste semana.
A moeda norte-americana teve leve alta, refletindo um ajuste de posições e, também, alguma apreensão por parte dos investidores em relação à economia norte-americana.
BC volta a intervir
Durante todo o pregão, foi aguardada a atuação do Banco Central, a exemplo do que vem ocorrendo sistematicamente desde o dia 03 de julho.
A autoridade monetária interveio na cotação da moeda já no final da tarde, promovendo nova compra de divisas.
No leilão desta segunda-feira, o BC comprou dólares a uma taxa de corte de R$2,1750. O número de propostas aceitas não foi divulgado.
Dólar praticamente estável
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1730 na compra e R$ 2,1740
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na venda, leve alta de 0,05% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3840, representando um ágio de 9,71%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 0,42% em julho, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 6,41%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em agosto
encerrou o dia cotado a R$ 2.176,
leve alta de 0,05% em relação ao fechamento
de R$ 2.175
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em setembro, por sua vez, fechou em leve alta de 0,05%,
atingindo R$ 2.194 frente
à R$ 2.193 do fechamento de
sexta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,17.
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Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,97% para outubro de 2006, baixa de 0,10 pontos percentuais em relação à cotação do último ajuste.