Publicidade
SÃO PAULO – Pela terceira sessão consecutiva, o dólar comercial fechou em queda nesta quinta-feira, refletindo a divulgação de dados econômicos norte-americanos.
Divulgada pela manhã, a revisão do PIB (Produto Interno Bruto) dos EUA ficou levemente abaixo das expectativas.
Apesar do recuo dos dados, estes resultados melhoraram, ao longo da sessão, o humor dos investidores, dado que o desaquecimento norte-americano parece indicar um “pouso suave” daquela economia.
Atuação sem sucesso
O Banco Central realizou um novo leilão de compra de dólares à vista nesta quinta-feira, porém a atuação não foi suficiente para impulsionar a moeda.
Segundo fontes do mercado, a autoridade monetária aceitou seis propostas, com taxa de corte definida em R$ 2,174.
Vale observar também que o Banco Central revisou para baixo suas estimativas para o PIB brasileiro de 2006, de 4% para 3,5%.
Continua depois da publicidade
Dólar comercial fecha em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1690 na compra e R$ 2,1720
na venda, baixa de 0,73% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3390, representando um ágio de 7,84%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 1,31% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 6,50%.
Continua depois da publicidade
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 2.171,
baixa de 0,69% em relação ao fechamento
de R$ 2.186
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,64%,
atingindo R$ 2.186 frente
à R$ 2.200 do fechamento de
Continua depois da publicidade
ontem.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,174.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 5,15% para dezembro de 2006, queda de 0,05 ponto percentual em relação à cotação do último ajuste.
Continua depois da publicidade