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SÃO PAULO – Em mais uma sessão de instabilidade no mercado de câmbio, o dólar comercial retomou sua trajetória de queda nesta segunda-feira, acompanhando o movimento no mercado internacional.
Nesta sessão, a pressão do G7, que reúne os 7 países mais ricos do mundo, para a flexibilização do regime cambial chinês impulsionou as principais moedas internacionais perante o dólar.
Além disso, evidenciando a entrada de divisas, a balança comercial brasileira registrou superávit de US$ 612 milhões na terceira semana de abril, levando o saldo acumulado no ano para US$ 11,652 bilhões.
BC voltou a comprar dólares
O Banco Central voltou a comprar dólares nesta segunda-feira e, segundo fontes de mercado, teria aceitado treze propostas, com taxa de corte de R$ 2,1210.
Dólar fechou em queda
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1120 na compra e R$ 2,1120
na venda, baixa de 0,38% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,3000, representando um ágio de 8,90%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,40% em abril, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 9,08%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em maio
encerrou o dia cotado a R$ 2.117,
baixa de 0,40% em relação ao fechamento
de R$ 2.125
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da última quinta-feira. O contrato com vencimento em junho, por sua vez, fechou em baixa de 0,32%,
atingindo R$ 2.137 frente
à R$ 2.144 do fechamento de
quinta-feira.
Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F, fechou esta sessão cotado a R$ 2,1130.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,05% para junho de 2006, estável em relação à cotação de ajuste da sessão anterior.