Dólar comercial dá seqüência à trajetória de queda e opera na casa dos R$ 2,13

Manutenção de um cenário favorável ao ingresso de recursos pressiona divisa, a despeito da presença do BC no câmbio

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SÃO PAULO – O dólar comercial dá seqüência à sua trajetória de queda na tarde desta quarta-feira, operando em seu menor patamar desde março de 2001, a despeito da manutenção da presença diária do Banco Central no mercado de câmbio.

Nesta sessão, a entidade vendeu a totalidade dos 4.550 contratos pretendidos, movimentando US$ 214,1 milhões. As atuações do BC, entretanto, têm se mostrado insuficientes para segurar a taxa de câmbio.

A continuidade de um cenário favorável ao ingresso de recursos, diante do risco país próximo ao seu piso histórico e da expectativa de medidas incentivadores a investimentos estrangeiros em papéis da dívida brasileira, pressiona a moeda norte-americana.

Dólar em queda

O dólar comercial opera cotado a R$ 2,1300 na compra e R$ 2,1330

na venda, baixa de 0,33% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,3800, representando um ágio de 11,74%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 3,66% em fevereiro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,18%.

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Dólar futuro na BM&F

Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em março
opera cotado a R$ 2.137,
baixa de 0,42% em relação ao fechamento
de R$ 2.146

da última terça-feira. O contrato com vencimento em abril, por sua vez, opera estável,
atingindo R$ 2.160 frente
ao fechamento de

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ontem.