Hamas afirma que libertou último refém americano-israelense vivo em Gaza

Edan Alexander havia sido capturado pelo grupo terrorista durante os ataques de 7 de outubro
Varda Ben Baruch, avó do refém Edan Alexander, aponta para o retrato de Edan, enquanto membros da família e apoiadores dos reféns sequestrados durante o ataque de 7 de outubro se reúnem perto da fronteira entre Israel e Gaza, em Kibutz Nir Oz, no sul de Israel, em 20 de abril de 2025 (REUTERS/Amir Cohen)
Varda Ben Baruch, avó do refém Edan Alexander, aponta para o retrato de Edan, enquanto membros da família e apoiadores dos reféns sequestrados durante o ataque de 7 de outubro se reúnem perto da fronteira entre Israel e Gaza, em Kibutz Nir Oz, no sul de Israel, em 20 de abril de 2025 (REUTERS/Amir Cohen)

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O refém americano-israelense Edan Alexander foi entregue pelo Hamas à Cruz Vermelha em Gaza.

Alexander, de 21 anos, estava servindo em uma unidade de infantaria de elite do exército israelense na fronteira com Gaza quando foi capturado durante os ataques de 7 de outubro.

Dos 251 reféns sequestrados durante os ataques do Hamas, 59 permanecem em Gaza, dos quais acredita-se que 24 estejam vivos.

O governo de Israel afirma que haverá “um corredor seguro” em Gaza para a liberação de Alexander, mas não se comprometeu a um cessar-fogo.

O presidente dos EUA, Donald Trump, que viaja ao Oriente Médio nesta terça-feira (13), disse que a libertação de Alexander é “ótima notícia”.

O anúncio do Hamas é considerado como um “gesto de boa vontade” antes da chegada de Trump à região.

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O grupo firma que a liberação tem como objetivo facilitar um acordo de ajuda humanitária à Gaza. O enclave está sob bloqueio israelense há mais de dois meses.