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SÃO PAULO – Dando seqüência à trajetória declinante iniciada na semana passada, o dólar comercial acumulou sua quarta desvalorização consecutiva nesta terça-feira.
A queda do rendimento dos títulos do Tesouro norte-americano nesta sessão trouxe uma certa tranqüilidade ao mercado, favorecendo o recuo da moeda.
Além disso, a manutenção de um ambiente extremamente favorável ao ingresso de recursos e a não-realização de leilão de swap cambial reverso contribuíram.
Semana importante
Vale colocar que, nesta semana, o destaque ficará com a divulgação da ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), na quinta-feira, cujo conteúdo poderá trazer indicações a respeito das decisões futuras do colegiado.
Os indicadores econômicos que serão revelados nos Estados Unidos também serão importantes para a formação das expectativas quanto ao futuro dos Fed Funds.
Dólar volta a recuar
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,1230 na compra e R$ 2,1250
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na venda, baixa de 0,38% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,2700, representando um ágio de 6,92%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 0,75% em março, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,52%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em abril
encerrou o dia cotado a R$ 2.137,
baixa de 0,44% em relação ao fechamento
de R$ 2.147
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em maio, por sua vez, fechou em baixa de 0,47%,
atingindo R$ 2.154 frente
à R$ 2.164 do fechamento de
ontem.
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Já o dólar pronto, que é a referência para a moeda norte-americana na BM&F fechou esta sessão cotado a R$ 2,1260.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 4,50% para maio de 2006, alta de 0,05 ponto percentual em relação à cotação de ajuste da sessão anterior. Já o contrato referente a janeiro de 2007, encerrou a 4,86%, queda de 0,09 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.