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SÃO PAULO – Pressionado pelo ingresso de recursos no país, o dólar comercial opera em queda na tarde desta segunda-feira, no menor patamar desde maio de 2001.
O elevado diferencial de juros internos e externos, a trajetória descendente do risco país, a melhoria dos fundamentos macroeconômicos brasileiros e a ausência do Banco Central das negociações no mercado de câmbio sugerem que a tendência do dólar é, de fato, de queda.
Ademais, a continuidade dos saldos comerciais expressivos é outro fator que exerce pressão sobre a divisa. Nesta segunda-feira, o Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior informou que a balança comercial brasileira apurou um superávit de US$ 858 milhões na quarta semana de setembro.
Dólar em queda
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 2,2510 na compra e R$ 2,2540 na venda, baixa de 0,49% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 2,5320 na venda, representando um ágio de 12,48% em relação ao dólar comercial.
Dólar futuro na BM&F também opera em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro está sendo cotado a R$ 2.262,
baixa de 0,48% em relação ao fechamento
de R$ 2.273
da última sexta-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, opera
em baixa de 0,38%,
atingindo R$ 2.290 frente
a R$ 2.299 do fechamento de sexta-feira.