Com declarações sobre oferta e consumo, petróleo recua em Nova York

Valorização do dólar no cenário internacional também foi favorável aos consumidores de petróleo, pressionando a cotação

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SÃO PAULO – O petróleo terminou novamente em queda em Nova York nesta segunda-feira, afastando-se da cotação recorde de US$ 57,60, atingida no dia 17 de março. Nesta segunda-feira, rumores de excesso de oferta e a valorização do dólar pressionaram a cotação da commodity.

Contrariando as perspectivas recentes de que o consumo mundial cresceria acima da oferta disponível, o ex-secretario do Departamento de Energia dos Estados Unidos, Spencer Abraham, declarou que não acredita que o consumo mundial cresça no atual patamar de preços.

No mesmo sentido da afirmação de Abraham, o atual ministro do petróleo da Indonésia e ex-presidente da Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) Purnomo Yusgiantoro declarou que a oferta atual supera em 2 milhões de barris ao dia a demanda.

Barril terminou em queda de 1,53% em NY

O contrato com vencimento em maio de 2005, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 54,00 por barril, configurando uma baixa de 1,53% frente ao fechamento anterior.