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SÃO PAULO – Pelo segundo dia seguido, o petróleo fechou em leve alta nos principais mercados nesta quinta-feira, após turbulências no período da manhã impulsionarem a escalada da commodity.
O bloqueio dos recursos da petrolífera russa Yukos, ataques ao oleoduto no norte do Iraque e a queda dos níveis dos estoques de petróleo nos EUA divulgados na quarta-feira foram as principais atenções dos investidores do mercado futuro.
Yukos volta a preocupar
A Yukos, responsável por cerca de 2% do petróleo exportado no mundo, recebeu um comunicado da Justiça russa que determinou o bloqueio de US$ 2,6 bilhões de suas contas bancárias para o pagamento de dívidas tributárias. Deste modo, o mercado temia pela capacidade produtiva da empresa diante de tal notícia.
Todavia, o Ministério da Energia do país informou que a produção de petróleo aumentou, apesar das dificuldades que a empresa passa, trazendo alivio ao mercado. Neste sentido, o anúncio pressionou a desaceleração da cotação no final do pregão.
Petróleo desacelera alta
A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 41,57
no pregão desta quinta-feira, com leve alta de 0,24% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho positivo
de hoje, o petróleo acumula ganhos de 4,95% em setembro.
Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 37,79%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
30,17 por barril em Londres.
O contrato com vencimento em outubro de 2004, que apresenta maior liquidez no mercado de Nova York, fechou cotado a US$ 44,06 por barril, com avanço de 0,14% frente ao fechamento anterior.