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SÃO PAULO – Após operar durante todo o pregão praticamente estável, a decisão em elevar a taxa básica de juro dos EUA para 1,75% a.a. pelo Federal Reserve pressionou a queda do dólar no final da sessão desta terça-feira (21).
Fed Funds em 1,75% a.a. e IGP-M
O dia foi marcado pela expectativa quanto ao rumo da política monetária dos Estados Unidos, já que o mercado cambial aguardou o anúncio da decisão do Fed para tomar suas posições.
Deste modo, o dólar operou praticamente estável durante todo o pregão. Somente na parte final, com o anúncio da elevação, a moeda norte-americana iniciou uma tendência de queda.
A confirmação das projeções de elevação em 0,25 ponto percentual da taxa básica da maior economia do mundo afastou o temor de um choque monetário.
Outro foco desta sessão foi o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) da Fundação Getúlio Vargas, que registrou variação de 0,61% em setembro, praticamente estável em relação a agosto (0,62%).
Dólar encerra em baixa
O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,8660 na compra e R$ 2,8690
na venda, baixa de 0,21% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,1000, representando um ágio de 8,16%
em relação ao dólar comercial.
Com esta queda, o
dólar acumula desvalorização de 2,02% em setembro, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
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No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 1,14%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em queda
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em outubro
encerrou o dia cotado a R$ 2.878,
baixa de 0,36% em relação ao fechamento
de R$ 2.888
da última segunda-feira. O contrato com vencimento em novembro, por sua vez, fechou em baixa de 0,16%,
atingindo R$ 2.911 frente
à R$ 2.916 do fechamento de
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ontem.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 1,10% para dezembro de 2004, com alta de 0,17 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior. Já o contrato de maior liquidez, referente a abril de 2005, encerrou a 1,57%, com queda de 0,07 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.