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SÃO PAULO – Exportação. Atualmente este é o principal assunto da agenda dos micro e pequenos empresários brasileiros, em razão do cenário econômico positivo que o País vive.
Enquanto o Governo anunciou, nesta sexta-feira (13), o aumento das metas de exportações deste ano de US$ 88 bilhões para US$ 90 bilhões e elevou sua expectativa anual de superávit da balança comercial de US$ 28 bilhões para US$ 30 bilhões, as MPEs apostavam nas negociações com a China.
Os bons resultados de exportação verificados em julho e no início de agosto, sobretudo, do setor industrial, impulsionaram ambas as iniciativas. O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Luiz Fernando Furlan, destacou a média de exportações atual próxima de US$ 440 milhões por dia, e o Sebrae resolveu investir em ensinar micro e pequenos exportadores a negociarem com empresários chineses.
China é tema de fórum de comércio exterior
Durante o “V Fórum de Discussões sobre Comércio Exterior”, realizado pelo Sebrae na última quinta-feira (12), ganharam destaques as oportunidades de negócios a serem identificadas na China por MPEs brasileiras.
O palestrante convidado, o presidente Bi-Nacional da Câmara de Indústria e Comércio Brasil/China, Charles Tang, divulgou informações sobre o país para os brasileiros e ajudou-os a identificar oportunidades na economia chinesa em segmentos específicos. Cases de empresas brasileiras que já estão negociando com a China, suas principais dificuldades e acertos foram apresentados aos empresários.
Por que China?
Frente ao cenário extremamente positivo para investimentos em exportações, os empresários brasileiros podem encontrar saída ideal na China. Isso porque, como Tang afirmou durante o encontro: “a China é um gigantesco mercado com recursos financeiros, com uma população de 1,3 bilhões de habitantes, entre eles uma classe média de quase 400 milhões de chineses e cerca de 20 milhões de milionários”.
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Além disso, o PIB do país já atingiu US$ 1,414 trilhões, o comércio chinês com o mundo está em patamares de US$ 850 bilhões e a soma dos investimentos diretos contratados superam os US$ 900 bilhões.