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SÃO PAULO – A moeda norte-americana fechou em alta nesta quarta-feira, refletindo a formação da Ptax e a expectativa do mercado frente à divulgação do taxa Selic pelo Copom (Comitê de Política Monetária).
Formação da Ptax impulsiona divisa
Os detentores da dívida cambial que o Banco Central resgata parcialmente nesta quinta-feira trabalharam nesta sessão para sustentar o dólar em alta, com a intenção de garantir uma Ptax maior e conseqüentemente, maiores retornos na liquidação dos títulos e contratos de swap cambial.
Copom foi foco na sessão
Os investidores também estiveram atentos ao anúncio do Copom, que definirá o patamar da taxa Selic, sendo que de acordo com analistas, a expectativa é de que a taxa permaneça inalterada em 16,0% ao ano.
Diante dos choques adversos na economia, com destaque para a disparada do barril de petróleo no mercado internacional e a expectativa de elevação da taxa de juro norte-americana, o mercado acredita na manutenção da Selic, sem adoção de viés.
Dólar fecha em alta
Desta forma, o dólar comercial fechou cotado a R$ 3,1370 na compra e R$ 3,1380
na venda, alta de 0,42% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
3,1730, representando um ágio de 1,15%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 1,60% em junho, frente
à baixa de 1,65% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 8,13%.
Dólar futuro na BM&F
também fechou em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho
encerrou o dia cotado a R$ 3.158,
alta de 0,45% em relação ao fechamento
de R$ 3.144
da última terça-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, fechou em forte alta de 0,75%,
atingindo R$ 3.208 frente
à R$ 3.184 do fechamento de
ontem.
Curva de FRA de cupom cambial
O FRA de cupom cambial, Forward Rate Agreement, referência para o juro em dólar no Brasil, fechou a 1,00% para outubro de 2004, queda de 0,23 ponto percentual em relação ao fechamento anterior. Já o contrato de maior liquidez, referente a janeiro de 2005, encerrou a 2,54%, queda de 0,14 ponto percentual em relação ao fechamento da sessão anterior.
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