Sudeste tem maior número de clientes e recursos negociados no Desenrola para empresas

No Rio Grande do Sul, afetado por enchentes, programa beneficiou 1,2 mil empresários, que renegociaram R$ 62 milhões em dívidas

Estadão Conteúdo

Logo do programa Desenrola Brasil. (Foto: Agência Brasil)
Logo do programa Desenrola Brasil. (Foto: Agência Brasil)

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O Ministério da Fazenda detalhou, nesta quarta-feira (19), os resultados registrados até o momento no Desenrola Pequenos Negócios, a partir de dados apresentados pela Federação Brasileira de Bancos (Febraban). Do volume financeiro renegociado até o último dia 12, de R$ 1,25 bilhão, o Sudeste registrou o maior número de clientes, de contratos fechados e de recursos renegociados.

Juntos, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Espírito Santo respondem por 14.908 clientes do programa, responsáveis pelo fechamento de 18.859 contratos, com volume negociado de R$ 564,71 milhões.

Na sequência, aparecem as regiões Nordeste (6.274 clientes), Sul (4.119), Centro-Oeste (2.935) e Norte (2.066). No total, o Desenrola para empresas alcançou até agora cerca de 30,6 mil clientes que renegociaram 39 mil contratos.

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No detalhamento por estados, São Paulo acumula 9.489 clientes (31% do total), 11.657 contratos (30% do total) e R$ 353,67 milhões em volume negociado (28% do total). O Rio de Janeiro responde por 2.545 clientes (8%), 3.511 contratos (9%) e R$ 99,02 milhões em volume (8%) e é seguido de perto por Minas Gerais, com 2.473 clientes (8%), 3.151 contratos (8%) e R$ 100,42 milhões em volume.

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Rio Grande do Sul

A Fazenda destacou também que, no Rio Grande do Sul, afetado por enchentes, o Desenrola Pequenos Negócios já beneficiou 1,2 mil empresários, que renegociaram R$ 62 milhões em dívidas até o momento.

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Sete bancos participam, os quais representam 73% do total da carteira de crédito de micro e pequenas empresas nacionais: Banco do Brasil, Caixa Econômica Federal, Bradesco, Itaú, Santander, Sicredi e Mercantil do Brasil.

O programa atende a empresas com faturamento anual de até R$ 4,8 milhões, que tenham dívidas não quitadas até 23 de janeiro deste ano.

“Para aderir ao programa, o microempreendedor ou pequeno empresário deve contatar a instituição financeira na qual tem a dívida. As condições e os prazos para a renegociação serão definidos pelas instituições participantes e poderão ser acessados pelos canais de atendimento oficiais, como agências, internet ou aplicativos móveis”, lembrou a Fazenda.