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O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, tem reunião fechada nesta sexta-feira (14), às 9h30 (horário de Brasília), com os principais banqueiros do país. A reunião acontece uma semana após o vazamento no mercado de que o governo poderia propor mudanças no arcabouço fiscal após encontro do ministro com representantes de instituição financeira. A informação foi negada no mesmo dia por Haddad.
Na seara política, Rodrigo Pacheco, presidente do Senado, disse na última quinta-feira que não trabalha com a perspectiva de uma reoneração e apontou o pagamento de multas a agências reguladoras como uma das alternativas para a compensação.
Ainda no noticiário político, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva participa de sessão de trabalho do G7 na Itália com países convidados e organizações internacionais sobre Inteligência Artificial, Energia, África e Mediterrâneo.
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Em indicadores, as atenções se voltam para o IBC-Br, considerado a prévia do Produto Interno Bruto (PIB), com consenso LSEG projetando alta de 0,45% em abril. Confira abaixo no que ficar de olho:
Agenda do dia
Na agenda, além da reunião de Haddad com presidente da FEBRABAN e principais banqueiros, a semana termina com a divulgação da prévia do PIB no Brasil.
- 9h: IBC-Br de abril; consenso LSEG prevê alta de 0,45%
- 9h30: Fernando Haddad, ministro da Fazenda, tem reunião com Isaac Sidney, Presidente da Federação Brasileira de Bancos (FEBRABAN) e representantes de bancos.
Haddad terá reunião fechada com bancos
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, receberá Isac Sidney presidente da Febraban; Luiz Trabuco, presidente do conselho do Bradesco e presidente do conselho diretor da Febraban; André Esteves, fundador e maior acionista individual do BTG Pactual; Milton Maluhy, presidente do Itaú Unibanco; Marcelo Noronha, CEO do Bradesco; e Mário Leão, presidente do Santander.
Pacheco cita alternativas à MP do PIS/Cofins
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), afirmou na última quinta-feira (13) que não trabalha com a perspectiva de uma reoneração e apontou o pagamento de multas a agências reguladoras como uma das alternativas para a compensação.
Pacheco, que tomou a frente no Congresso das negociações para manutenção da desoneração, reconheceu que cabe ao Senado buscar uma solução que garanta uma fonte de recursos para o benefício, cumprindo, assim, determinação do Supremo Tribunal Federal (STF) sobre o tema.
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O senador citou ainda outras alternativas levantadas em reunião com líderes nesta quinta-feira, caso de eventual recuperação de recursos sem titularidade “esquecidos” no sistema financeiro, e de depósitos judiciais, além de uma possível reedição de programa para a repatriação de recursos no exterior. Apontou, ainda, proposta em tramitação na Câmara dos Deputados que trata da atualização de ativos.
Fiscal domina manchetes…
Em entrevista ao jornal O Globo, a ministra do Planejamento e Orçamento, Simone Tebet, afirmou e que levará ao presidente Lula um “cardápio” de medidas sobre cortes de gastos. Tebet se reuniu na quinta-feira com Haddad, que disse que a pasta vai auxiliar o Senado na análise de medidas para compensar a desoneração da folha, mencionando que propostas serão discutidas na próxima semana. “Ao invés de a equipe se reunir duas vezes por semana, é para se reunir todos os dias, duas horas por dia, e já no final de junho apresentar um cardápio com possibilidades”, disse Tebet.
Já ao Valor, o secretário do Tesouro Nacional, Rogério Ceron, afirmou que não há desancoragem de expectativas de indicadores fiscais. “Não há uma desancoragem fiscal. Isso é falacioso”, disse ele segundo o jornal. “Quem falar que há uma desencoragem nas expectativas fiscais não está dizendo a verdade com base nos números.” Ele disse ainda haver “desancoragem na margem”, para inflação, mas que isso estaria desassociado do quadro fiscal, de acordo com o Valor.
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Noticiário corporativo
Braskem (BRKM5) vende Cetrel por R$ 284 mi
A Braskem (BRKM5) informou nesta quinta-feira que assinou acordo para venda de uma fatia de 63,7% na empresa de soluções ambientais industriais Cetrel para a Gerenciamento de Resíduos Industriais (GRI), em um negócio de cerca de R$ 284 milhões.
(Com Estadão, Reuters e Agência Brasil)