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SÃO PAULO – O dólar comercial mantém a trajetória de queda verificada na última quarta-feira e iniciou as negociações desta quinta-feira em queda, com a melhor percepção dos investidores com relação ao Brasil. A melhor percepção dos mercados com relação ao Brasil pode ser evidenciada pela disposição do investidor estrangeiro em comprar títulos da dívida externa brasileira. Nesse sentido, o C-Bond vem registrando sucessivas altas, com o mercado acreditando que os títulos brasileiros estão baratos com relação aos bonds dos demais países emergentes, como México e Rússia. A missão de técnicos do FMI(Fundo Monetário Internacional) que esteve no Brasil nas últimas semanas anunciou, na última terça-feira, que a segunda revisão do acordo entre o País e o Fundo foi concluída com sucesso. Segundo Tom Dawson, porta-voz do FMI, o Brasil cumpriu as metas econômicas definidas no acordo fechado no ano passado, que prevê o desembolso total de até US$ 30 bilhões. Assim, o dólar comercial opera em baixa de 0,73%, sendo cotado a R$ 3,528 na compra e R$ 3,535 na venda. Com a variação desta quinta-feira, a moeda norte-americana registra queda de 1,12% neste mês de março e uma desvalorização de 0,56% desde o início do ano.
Risco país segue em baixa
Dessa forma, o C-Bond ultrapassou a barreira de US$ 0,75 na última quarta-feira e o risco-país, medido pelo conglomerado financeiro JP Morgan, recuou mais 34 pontos e fechou a 1.160 pontos.
FMI deve liberar mais US$ 4,6 bilhões ao país
Dessa forma, a missão retorna aos EUA e deve reunir-se com a diretoria do Fundo em meados de março para, ao que tudo indica, aprovarem a liberação de US$ 4,6 bilhões em empréstimos ao Brasil.
Dólar recua 0,73%
No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$ 3,600, representando um ágio de 2,04%
em relação ao dólar comercial.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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