Produção de alumínio cresce em menor escala, devido a maior base comparativa

Foram produzidas 106,8 milhões de toneladas do metal, cerca de 8,5% a mais do que as 98,4 milhões de fevereiro de 2002

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SÃO PAULO – A produção de alumínio primário no Brasil cresceu 8,5% em fevereiro em relação ao mesmo mês em 2002, atingindo 106,8 mil toneladas no segundo mês deste ano, frente às 98,4 mil toneladas produzidas no mesmo período do ano anterior, segundo dados da Associação Brasileira do Alumínio – Abal.

O menor crescimento percentual registrado nesta comparação, visto que nos meses anteriores a elevação circulava em torno de 20%, se deu pelo fato que já no início de 2002 a indústria de alumínio passou a registrar um bom desempenho, com a produção nacional retomando seus níveis normais.

Isto porque no ano de 2001 o Brasil todo sofreu com o racionamento de energia elétrica. Além disso, vale destacar que desde o inicio do ano passado a melhora dos processos produtivos, ou seja, ajustes operacionais, que foram feitos pelas empresas do setor metalúrgico, fez a base de comparação de 2002 mais forte.

Em fevereiro, produção brasileira cresceu 8,5%

Das 106,8 mil toneladas produzidas em fevereiro, 33,2 mil foram produzidas pela paraense Albrás, controlada da Vale do Rio Doce, representando um aumento de 3,8% em relação ao mesmo mês no ano de 2002, enquanto uma produção de 22,6 mil toneladas ficou por conta da Alcoa, das quais 15,4 mil em São Luís e 7,2 mil em Poços de Caldas, representando uma variação positiva de 9,7% frente ao mesmo mês em 2002.

Já a paulista CBA, do grupo Votorantim, produziu 22 mil toneladas, 17,6% a mais que em janeiro de 2002. A BHP Billiton produziu 16,9 mil toneladas do metal, divididas entre 13,6 mil em São Luís e 3,3 mil produzidas no Rio de Janeiro, representando um aumento de 4,3% em relação à produção de fevereiro do ano passado.

Por sua vez, a Alcan produziu 8,2 mil toneladas de alumínio primário, um aumento de 15,5% em relação a fevereiro do ano passado, divididas em 3,9 mil em Ouro Preto e 4,3 mil produzidas em Aratu. Finalmente, a fluminense Aluvale foi responsável pela produção de 3,9 mil toneladas, o que apresentou um aumento de 2,6% em relação ao mesmo período no ano anterior.

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Setor mineração acumula queda em 2003

O índice setorial de mineração (SETMIN) produzido pela InfoMoney registra queda de 7,99% em 2003, frente à valorização de 50,96% acumulada nos últimos 365 dias. Um bom desempenho se comparado à queda de 4,00% em 2003 e à baixa de 23,39% registrada nos últimos 365 dias pelo Ibovespa.