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SÃO PAULO – Revertendo a trajetória da última quarta-feira, o dólar segue ampliando desvalorização frente ao real. O mercado de dólares, que foi tomado pelo pessismo devido às últimas declarações de Marco Aurélio Mello, presidente do STF (Supreto Tribunal Federal) acerca da dificuldade de uma reforma na Previdência, apresenta maior liqüidez com a entrada de recursos externos.
Nesse sentido, os investidores aguardam a entrada de cerca de US$ 1,2 bilhão captados no exterior por bancos e empresas brasileiras nas últimas duas semanas, além de outros US$ 315 milhões em captações ainda não concluídas pela Petrobras e pela Cemig.
Somente nesta quinta-feira, está previsto o ingresso de US$ 400 milhões provenientes de captações externas dos bancos Votorantim, Safra e Unibanco.
Dólar comercial e futuro caem
O dólar comercial está sendo cotado a R$ 3,297 na compra e R$ 3,301
na venda, em forte baixa de 0,96% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana está sendo negociada a R$
3,4230, representando um ágio de 3,82%
em relação ao dólar comercial.
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em fevereiro
está sendo cotado a R$ 3.319,
forte baixa de 0,87% em relação ao fechamento
de R$3.348
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em março, por sua vez, opera
em forte baixa de 1,21%,
atingindo R$ 3.349 frente
a R$ 3.390 do fechamento de
quinta-feira.
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Confira a variação do dólar durante os últimos 30 dias:
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