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SÃO PAULO – O petróleo fechou nesta terça-feira em forte queda de 3,52%, revertendo a tendência de alta observada no último fechamento.
Iraque permitirá inspeção da ONU
O principal determinante da queda da commodity foi a declaração feita pelo vice-primeiro ministro iraquiano, Tarik Aziz, em reunião com o secretário geral da ONU, Kofi Annan, de que seu país está preparado para permitir que as Nações Unidas voltem a realizar as inspeções para o controle da produção de armas.
Aziz comentou que o Iraque permitirá a inspeção para provar que o país não está produzindo armas de destruição em massa, como o governo norte-americano tem acusado. Com isso, o mercado acredita que um possível ataque dos EUA ao Iraque, fato que prejudicaria a oferta de petróleo, está mais longe de se concretizar, refletindo a queda da cotação da commodity.
Presidente da Opep reafirma manutenção do preço
O presidente da Opep, Rilwanu Luckman, declarou nesta terça-feira durante o Congresso Mundial do Petróleo, sendo realizado no Rio de Janeiro, que o cartel prega a estabilidade nos preços do petróleo, entre US$ 22 e US$ 28, mesmo se uma ação militar dos Estados Unidos contra o Iraque se concretizar.
Isto ajudou a derrubar o preço do produto, uma vez que fica reafirmado o compromisso da organização em neutralizar qualquer distúrbio no mercado da commodity em caso de um novo conflito no Oriente Médio.
Petróleo cai 3,52% e fecha cotado a US$ 26,57
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A cotação do barril do petróleo Brent, negociado no mercado de Londres, fechou a US$ 26,57
no pregão desta terça-feira, forte baixa de 3,52% em relação ao último fechamento.
Com o desempenho negativo
de hoje, o petróleo acumula forte baixa de 3,27% neste mês de setembro.
Por sua vez, a variação no ano ficou positiva em 33,52%, já que a
commodity encerrou o ano passado cotada a US$
19,90 por barril em Londres.