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SÃO PAULO – O dólar acelerou sua trajetória de alta após o início do segundo turno das negociações nesta tarde, refletindo o problema da falta de liquidez no mercado cambial, que, segundo rumores, estaria pesando mais sobre a cotação da moeda norte-americana nesta quinta-feira graças ao vencimento da dívida de uma grande empresa.
Nesse contexto, o Banco Central realizou no início da tarde um leilão de linha externa no valor de US$ 100 milhões, com cotação máxima de compra de R$ 3,148100 para o dia 2 de outubro próximo, data da liqüidação. Como se pode observar, o leilão não foi suficiente para reduzir a cotação do dólar.
Dólar sobe 2,29% e opera cotado a R$ 3,1740
O dólar comercial opera cotado a R$ 3,1650 na compra e R$ 3,1740
na venda, forte alta de 2,92% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
3,1070, representando um deságio de 1,83%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta alta, o
dólar acumula desvalorização de 8,66% em agosto, frente
à alta de 23,27% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 37,11%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em setembro
opera cotado a R$ 3.160,
forte alta de 3,13% em relação ao fechamento
de R$ 3.064
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em outubro, por sua vez, opera em forte alta de 1,97%,
atingindo R$ 3.111 frente
a R$ 3.051 do fechamento de
ontem.