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SÃO PAULO – Em dia de grande nervosismo com o anúncio de rebaixamento das perspectivas para o rating dos títulos da dívida brasileira também pela Fitch, depois do anúncio de decisão semelhante pela Moody´s na tarde de ontem, o dólar atinge sua cotação mais alta desde 8 de outubro de 2001, quando chegou a alcançar a cotação de R$ 2,815.
Nesta sexta-feira, o dólar comercial opera cotado a R$ 2,8020 na compra e R$ 2,8050
na venda, forte alta de 1,26% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$ 2,7770, representando um deságio de 0,89% em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 11,62% em junho, frente
a alta de 6,39% registrada no mês passado.
No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 21,17%.
Dólar futuro na BM&F
também opera em alta
Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em julho
opera cotado a R$ 2.815,
forte alta de 1,11% em relação ao fechamento
de R$ 2.784
da última quinta-feira. O contrato com vencimento em agosto, por sua vez, opera em forte alta de 1,28%,
atingindo R$ 2.849 frente
a R$ 2.813 do fechamento de
ontem.
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