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SÃO PAULO – O mercado cambial brasileiro teve nesta quinta-feira mais um dia de forte nervosismo, impulsionado pela piora das perspectivas para a economia brasileira. A decisão do Copom de manter a Selic em 18,5% ao ano, acabou sendo encarada como o reconhecimento por parte do governo brasileiro que a situação econômica do país deteriorou-se nos últimos meses. O dólar comercial fechou cotado a R$ 2,5250 na compra e R$ 2,5280 No ano a valorização acumulada da moeda norte-americana Dólar futuro na BM&F Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em junho ontem.
O pessimismo do mercado determinou o crescimento do risco Brasil, ultrapassando a barreira dos mil pontos. Entretanto, no final desta quinta-feira a alta do índice perdeu um pouco de sua intensidade, fechando a 985 pontos, o nível mais alto desde novembro de 2001. Além disso, o anúncio de um sólido resultado fiscal, com o superávit do governo federal chegando a R$ 5,3 bilhões, também acabou ajudando a reduzir a alta do dólar.
Moeda norte-americana fecha em alta de 0,12%
na venda, leve alta de 0,12% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana encerrou o dia negociada a R$
2,6400, representando um ágio de 4,55%
em relação ao dólar comercial.
Com esta alta, o
dólar acumula valorização de 7,03% em maio, frente
a alta de 1,55% registrada no mês passado.
já chega a 9,20%.
encerrou o dia cotado a R$ 2.534,
leve baixa de 0,04% em relação ao fechamento
de R$2.535
da última quarta-feira. O contrato com vencimento em julho, por sua vez, fechou em leve alta de 0,04%,
atingindo R$ 2.564 frente
a R$ 2.563 do fechamento de