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Os juros dos títulos do Tesouro Direto operam em queda nesta quarta-feira (9) na comparação com a sessão anterior. O mercado analisa novos detalhes da reforma tributária e falas do diretor de política econômica do Banco Central, Diogo Abry Guillen, sobre a política monetária do Brasil.
Ontem, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, entregou ao senador Eduardo Braga (MDB-AM) um primeiro estudo com estimativas para a alíquota-padrão do novo imposto unificado sobre o consumo.
O documento aponta que a alíquota total do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que será criado no âmbito da reforma tributária, ficará entre 25,45% e 27%, segundo os critérios aprovados pela Câmara dos Deputados.
Outro tema que ajuda investidores na precificação dos juros futuros é a fala do diretor de política econômica do Banco Central, Diogo Abry Guillen. Em evento realizado ontem, ele reforçou que uma aceleração do ritmo de cortes na Selic não está nos planos da autarquia, salvo mudança de cenário.
Investidores também olham para o resultado do varejo em junho. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou hoje que as vendas no setor ficaram estáveis na comparação com maio. O desempenho decepcionou o mercado, que esperava alta de 0,4%.
No Tesouro Direto, o Tesouro Prefixado 2026 volta a ter rentabilidade inferior a 10%, com taxa de 9,95% ao ano. Ontem, o título pagava 10,01%. O prefixado para 2029 tinha rentabilidade anual de 10,59% ante 10,62% na sessão anterior e o título com vencimento em 2033 pagava 10,78% contra 10,79% ontem.
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Nos títulos de inflação, somente a taxa do Tesouro IPCA+ 2029, apresentava queda, de 4,96% para 4,95%. Os juros dos outros papéis operavam estáveis na comparação com a sessão de ontem.
Tesouro IPCA+ 2032 e Tesouro IPCA+ 2040 não estão disponíveis para compra porque pagam juros semestrais no próximo dia 15.
Confira os preços e as taxas dos títulos públicos disponíveis para compra no Tesouro Direto na manhã desta quarta-feira (9):
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IGP-M recua 0,81% na 1ª prévia de agosto
O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) caiu 0,81% na primeira prévia de agosto, após cair 1,29% na mesma leitura de julho, anunciou hoje a Fundação Getúlio Vargas (FGV).
Já o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA-M) recuou 1,17%, ante queda de 1,80% no mesmo período de julho. Por outro lado, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) subiu 0,01%, após cair 0,07%. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC-M) acelerou a 0,13%, ante 0,01%.

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