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Foi divulgado há pouco pelo setor de estatísticas do Departamento de Trabalho dos EUA, o relatório preliminar de Productivity and Costs referente ao segundo trimestre de 2001. O relatório mede a produtividade e os custos de mão-de-obra de toda a economia norte-americana, excluindo-se a agricultura e a pecuária. Para o segundo trimestre de 2001, apurou-se crescimento de 2,5% na produtividade e o aumento no custo unitário da mão-de-obra foi de 2,1%.
O anúncio surpreendeu a projeção dos economistas, que esperavam que a produtividade subisse 1,6% no segundo trimestre de 2001. O resultado deste trimestre foi superior ao do primeiro trimestre, quando o índice revisado da produtividade registrou uma taxa de crescimento de 0,1%. Durante o primeiro trimestre, as empresas demoraram a cortar custos enquanto a demanda diminuía.
Por sua vez, a compensação por hora trabalhada registrou um aumento de 4,7% no segundo trimestre deste ano em relação ao trimestre anterior, incluindo salários, suplementos, benefícios e impostos. A compensação por hora, quando ajustada pela inflação, registrou uma taxa de crescimento de 1,6% no período.
Quando o crescimento do PIB está acelerado, em cenários de expansão econômica, o crescimento da produtividade aumenta. Em sentido contrário, quando o quadro econômico indica desaquecimento como atualmente, os ganhos da produtividade diminuem. Os números divulgados hoje mostram que as medidas das empresas para a diminuição de custos, como redução do quadro de funcionários, estão sendo eficientes para manter o nível de produtividade.