Centro-Oeste apresenta maior expansão de registros de inadimplentes em 2011

Segundo a Boa Vista, região apresentou alta de 26% na comparação entre o ano passado e 2010

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SÃO PAULO – Das regiões brasileiras, o Centro-Oeste foi a que apresentou o maior crescimento de novos registros de inadimplentes em 2011, frente a 2010, revelou a Boa Vista.

Segundo a empresa, que administra o SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito), no período, houve um crescimento de 26% de CPFs incluídos no cadastro no Centro-Oeste. Em segundo lugar, veio o Norte, com expansão de 22,4% de novos registros.

As demais localidades mostraram as seguintes expansões: Nordeste, de 20,8%, Sul, de 21,7%, e Sudeste, de 22,3%. Vale pontuar que a média do Brasil foi de 22,3%.

Comparação entre meses
Comparando os registros realizados em dezembro de 2011, frente ao mês imediatamente anterior, todas as regiões tiveram retração, sendo que a maior delas aconteceu também no Centro-Oeste, com queda de 8,6%.

No Norte, a queda foi de 7,6%, seguido pelo Nordeste, com decréscimo de 4,7%. O Sudeste teve queda de 1,7%, enquanto o Sul teve retração de 1%.

De acordo com a Boa Vista, na passagem mensal, o Brasil revelou retração de 3,1% no volume de novos registros de inadimplentes.

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Já na comparação entre dezembro do ano passado com 2010, o Centro-Oeste aparece novamente com o maior aumento, de 20,1%. Em seguida, aparecem Sul (15,7%), Sudeste (14,7%), Nordeste (13,3%) e Norte (12,9%).

Recuperação do crédito
Falando nas exclusões dos registros de inadimplentes, houve um aumento de 18,4% em 2011, na comparação com 2010.

Entre as regiões do Brasil, o Sul se destaca com a maior alta na recuperação de crédito, de 20%. Na sequência, vieram Sudeste (19,8%), Centro-Oeste (17,6%), Nordeste (14,5%) e Norte (14,2%).

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Na análise mensal, ou seja, entre novembro e dezembro do ano passado, três das regiões apresentaram aumento no percentual de recuperação de crédito. O maior deles foi encontrado no Centro-Oeste, de 3,1%. Em seguida, vieram Sudeste (2,4%) e Norte (0,3%). Já o Nordeste (-5,2%) e o Sul (-3,9%) registraram retração.