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O Banco Central divulgou há pouco superávit de US$ 1,074 bilhão no balanço de pagamentos do país referente ao mês de maio. Em abril, o balanço de pagamentos registrou um superávit de US$ 212 milhões. Em maio, as transações correntes ficaram deficitárias em US$ 2,3 bilhões, enquanto a conta capital e financeira registrou ingressos líquidos de US$ 3,1 bilhões.
As despesas líquidas com serviços totalizaram US$ 776 milhões em maio de 2001, o que representa um acréscimo de US$ 124 milhões em relação a maio do ano passado. Este resultado reflete tanto uma redução de receitas na ordem de US$ 61 milhões e um acréscimo de despesas de US$ 63 milhões. As emissões líquidas de dinheiro ao exterior somaram em maio US$ 1,7 bilhão, representando um incremento de 16% em relação ao mesmo período do ano anterior.
As emissões líquidas referentes aos juros totalizaram US$ 1,1 bilhão, cerca de 4,5% menor que as remessas relativas aos juros registradas em maio de 2000. Já as emissões relativas a juros e dividendos subiram significativos 88,7% na comparação entre os anos, ao atingir US$ 619 milhões em maio deste ano. Por outro lado, o investimento estrangeiro direto líquido somou US$ 2 bilhões no mês passado, com aumento de US$ 380 milhões quando comparado a maio de 2000.
Com o resultado de maio, nos primeiros cinco meses do ano, o balanço de pagamentos acumula um superávit de US$ 3,077 bilhões. Em maio de 2000, o balanço foi negativo em US$ 245 milhões. De janeiro a maio, daquele ano, o resultado ficou deficitário em US$ 7,291 bilhões.