Títulos públicos não ficam custodiados nas instituições financeiras; entenda

Tesouro Direto é considerada a modalidade de investimento mais segura do mercado

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Muito se fala que um dos grandes diferenciais do Tesouro Direto é a segurança. Um fator que garante essa tranquilidade é o fato de os títulos públicos adquiridos no programa do Tesouro Direto serem custodiados pela BM&FBovespa na CBLC.

Após concluída a operação, o ativo permanece registrado com o CPF do investidor, e essa é uma das grandes vantagens do programa do Tesouro Nacional para a compra e venda de títulos públicos. Desse modo, mesmo que a instituição financeira pela qual se esteja investindo decrete falência, os títulos públicos permanecem custodiados pela BM&FBovespa e podem ser transferidos para outra instituição.

Além disso, embora o Tesouro Direto não tenha a garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), essa é a única modalidade de investimento do mercado para pessoas físicas que apresenta como emissor o Tesouro Nacional, tido como o agente de menor risco de crédito da economia.

Oportunidade com segurança!

Justamente por prestar o serviço de guarda dos ativos e fornecer informações sobre os saldos, a BM&FBovespa cobra uma taxa de custódia de 0,30% ao ano sobre o valor investido. Esse encargo é cobrado semestralmente, sempre no primeiro dia útil de janeiro e de julho, ou quando houver pagamento de juros, venda ou vencimento do título, o que acontecer antes.

É importante notar que a taxa de custódia não é descontada automaticamente dos investimentos. Ou seja, é preciso manter os recursos disponibilizados em conta na instituição financeira para o pagamento nas datas em que houver a cobrança.

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