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SÃO PAULO – O volume transacionado com cartões de débito deve crescer 41,30% no Brasil até 2014, revelou pesquisa da empresa de processamento mundial First Data Corporation.
De acordo com os dados, o valor transacionado saltará de R$ 145,526 bilhões neste ano para R$ 205,639 bilhões em 2014.
Já o número de transações irá aumentar ainda mais (67,66%), reduzindo o tíquete médio. As operações com débito subirão de 2,873 bilhões em 2010 para 4,817 bilhões em 2014.
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O valor gasto por transação, por sua vez, sofrerá uma redução de 15,71% no período, ao passar de R$ 50,65 para R$ 42,69.
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Entre as questões que devem ser consideradas pelos emissores de cartões no Brasil, a pesquisa aponta o uso da tecnologia como um facilitador do uso do débito, por meio de contactless e mobile.
Além disso, a pesquisa aponta a construção de negócios de sucesso e modelos operacionais para a substituição de dinheiro e cheque.
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É preciso ainda desenvolver estratégias para cada tipo de cartão, levando também em conta o impacto disso nas outras modalidades. Por exemplo: aumentar o uso do débito possivelmente impactará no uso do crédito e pode reduzir os ganhos com ambos.
No mundo
De acordo com a pesquisa, o cartão de débito é o instrumento de acesso a uma conta bancária e, muitas vezes, o primeiro contato do cliente com a instituição financeira.
O volume transacionado cresceu 16,7% mundialmente em 2009, quando atingiu US$ 5,721 trilhões, ante US$ 5,008 trilhões dos cartões de crédito, que registraram queda de 1,9%.
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Em relação ao total de transações, elas cresceram 12,6% com cartões de débito, para 74,58 trilhões em 2009, enquanto os cartões de crédito tiveram incremento de 3,7%, para 53,74 trilhões.