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SÃO PAULO – O Regime Geral de Previdência Social registrou deficit de R$ 3,116 bilhões em novembro deste ano, resultado 15,4% superior ao identificado em outubro, quando faltavam R$ 2,7 bilhões para fechar as contas.
No setor urbano, foi identificado superavit de R$ 453,3 milhões, com despesas na ordem de R$ 15,9 bilhões e receita de R$ 16,4 bilhões. Um dos fatores que resultaram no aumento da arrecadação foi a elevação expressiva de recuperação de créditos, que subiu de R$ 806 milhões em outubro para R$ 2,6 bilhões em novembro.
No caso da Previdência rural, houve deficit no décimo primeiro mês do ano, resultante de receitas na ordem de R$ 398,5 milhões e despesas em R$ 3,9 bilhões.
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No acumulado do ano, o resultado da Previdência Social (urbana e rural) foi de um deficit de R$ 45,262 bilhões, após uma arrecadação de R$ 158,605 bilhões e uma despesa de R$ 203,867 bilhões.
Benefícios
O valor médio real dos benefícios pagos pela Previdência Social teve um crescimento de 20% em novembro, na comparação com o mesmo período de 2002, chegando a R$ 730,89. No décimo primeiro mês do ano, 68,9% dos benefícios eram de até um salário mínimo, o que representa 18,6 milhões de beneficiários diretos.
No meio urbano, os benefícios com valor de até um salário mínimo representaram 46,5% do total, atingindo 7,2 milhões de pessoas. Já no meio rural, o percentual com valor de até um mínimo foi de 99,3%, beneficiando 7,9 milhões de pessoas.