Câmbio: mitos sobre a compra e venda de moeda

Você acha que pagará um valor alto com impostos? Acredita que existe um valor máximo que pode ser comprado? Confira as respostas

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SÃO PAULO – A segurança financeira é uma das principais preocupações de turistas. Também é assunto que causa dúvidas em quem quer investir no câmbio. Por isso, essas pessoas buscam informações sobre como comprar moedas, como vendê-las, como isso é fiscalizado e etc. O problema é que se deparam com alguns mitos.

De acordo com o vice-presidente do Grupo FITTA, Rodrigo Macedo, o primeiro mito é acreditar que se está mais protegido no mercado ilegal. “As pessoas acham que no paralelo estão mais protegidas, já que no legal vão ser questionadas pela Polícia Federal e a Receita Federal. Acham que de forma mais lícita correm mais riscos”, explicou.

Um outro mito é dizer que a Receita Federal investiga todas as contas que fornecem o CPF na operação cambial. Atualmente, as fontes de cruzamento de dados mais usadas pela RF são as próprias movimentações da conta-corrente, além de dados da previdência privada, cartões de crédito e registro de veículos e imóveis.

Desde que a operação seja feita no mercado legal, a Receita Federal raramente questionará o cliente a respeito dessa compra e, se o fizer, basta dizer qual a origem do dinheiro.

Mais mitos
Confira abaixo outros mitos que são propagados, citados pelo Grupo FITTA:

Na hora da compra
Outros dois mitos propagados estão relacionados à operação de compra de moeda. O primeiro deles diz que existe um limite de valor para a compra. Desde a década de 1990, não há um valor máximo que pode ser adquirido. Antes disso, só era possível adquirir até US$ 1 mil.

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Também é um mito dizer que é preciso apresentar passaporte ou cópia de passagem, no caso de turistas, no momento de realizar a operação. Será solicitado apenas um documento de identificação para operações até R$ 10 mil mensais. Caso o valor seja superior, exige-se apenas um cadastro de pessoa física, com dados básicos pessoais.