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SÃO PAULO – O mercado de previdência complementar atingiu em junho R$ 2,125 bilhões em captações, montante 26,02% superior ao mesmo mês do ano passado (R$ 1,686 bilhão).
O nível de reservas técnicas (saldo dos recursos dos planos) chegou a R$ 106,83 bilhões até junho de 2007, o que representa um crescimento de 26,17% em relação ao mesmo período de 2006, quando o indicador totalizou R$ 84,668 bilhões.
Os dados, divulgados nesta quarta-feira (15), fazem parte de relatório realizado pela Fenaprevi (Federação Nacional da Previdência Privada e Vida), instituição que sucedeu a Anapp (Associação Nacional da Previdência Privada).
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VGBL lidera
Considerando-se o total captado, o VGBL (Vida Gerador de Benefício Livre) foi um dos responsáveis pelos bons resultados. No sexto mês deste ano, a captação foi de R$ 1,555 bilhão, o que representa uma alta de 43,17% em relação a junho de 2006.
O PGBL (Plano Gerador de Benefício Livre), por sua vez, teve captação de R$ 303 milhões, o que representa um decréscimo de 0,35%, na mesma base comparativa.
Os planos de previdência tradicionais registraram queda de 9,73%, com volume de R$ 265 milhões em junho deste ano, ante R$ 293,7 milhões no mesmo mês de 2006.
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Ranking da Previdência
A Bradesco Vida e Previdência prossegue na liderança do ranking de captação em junho, com 34,24% de participação no mercado, seguido pelo Itaú (22,08%) e Brasilprev (11,07%). O Unibanco (9%) ficou à frente da Caixa Vida e Previdência (6,97%), na passagem entre maio e junho.
Na seqüência, vêm HSBC (4,40%), Real Tokio Marine (2,69%), Santander (2,36%), Safra Seguros (1,41%) e Capemi (1,04%). As demais seguradoras responderam juntas por 4,74% da captação.
Acumulado do ano
No acumulado dos seis primeiros meses do ano, o mercado de previdência privada atingiu um volume de captação de R$ 12,4 bilhões, o que corresponde a um crescimento de 26%, em relação a igual período de 2006.
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No período, a captação de VGBL aumentou 38%, atingindo a marca de R$ 8,6 bilhões. O PGBL registrou queda, de 3,22%, somando R$ 2,068 bilhões nos primeiros seis meses de 2007.
Os planos tradicionais, por sua vez, tiveram incremento de 18,21%, passando de R$ 1,470 bilhão em 2006 para R$ 1,738 bilhão este ano.