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Mesmo com custo baixo, seguro residencial não é prioridade da população

Apesar disso, receita e comissões da modalidade registraram uma relativa alta nos nove primeiros meses do ano, sobre 2005

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SÃO PAULO – Apesar do custo relativamente baixo, o seguro residencial ainda não é prioridade para grande parte da população. Até agosto, por exemplo, segundo dados do Sindicato das Seguradoras, Previdência e Capitalização de São Paulo (Sindseg), apenas um em cada dez imóveis residenciais estava protegido.

No entanto, apesar da estatística, de acordo com a Susep, de janeiro a setembro, a receita e as comissões relativas a esse tipo de seguro aumentaram em relação ao mesmo período do ano passado.

Mais atenção à modalidade

Até setembro, as comissões para corretagem subiram 18,9% para o seguro residencial, na comparação com o ano passado, totalizando R$ 149,1 milhões, segundo a Susep.

De certa forma, os números mostram que os corretores estão dando mais atenção à modalidade e incentivando a população quanto à adesão do produto.

No período analisado, a receita desse tipo de seguro cresceu 15,3%, atingindo o patamar de R$ 573,7 milhões, e a sinistralidade média do ramo caiu de 35% para 32%.