Justiça do Rio de Janeiro processa CSN por danos ambientais em Volta Redonda

Companhia é acusada de lançar substâncias que podem prejudicar a saúde humana e o meio-ambiente

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SÃO PAULO – Alegando danos ambientais em Volta Redonda, a Justiça Federal do Rio de Janeiro abriu um processo contra a Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e o diretor-presidente da companhia, Benjamin Steinbruch.

Segundo o Ministério Público Federal, a companhia é acusada de lançar resíduos industriais no ar e no rio Paraíba do Sul, que podem prejudicar a saúde humana e o meio-ambiente.

Substâncias prejudiciais

De acordo com a ação penal, aberta pelos procuradores da República Bruno Costa Magalhães e Gustavo Torres Soares, que cita relatórios da Fundação Estadual de Engenharia do Meio Ambiente (Feema), entre 1999 e 2000 a empresa liberou substância benzo-a-pireno no Rio Paraíba do Sul.

Além disso, o Ministério Público afirma que a CSN também lançou no ar de Volta Redonda uma substância que pode causar leucemia.