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SÃO PAULO – O projeto Anjos da Cidade, do qual participam taxistas da capital paulista que fornecem informações do trânsito e das vias públicas para a CET (Companhia de Engenharia e Tráfego), completa um ano de atividade com o registro de 43,934 mil ocorrências.
Buracos são o maior problema
Ao longo dos últimos 12 meses, os relatos mais freqüentes dos taxistas se referiram a buracos nas ruas, que somaram 19,225 mil casos.
De acordo com balanço anual do projeto, os congestionamentos aparecem como o segundo tipo de ocorrência mais freqüente, totalizando 15,741 mil relatos dos taxistas.
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Embora, na média, o centro da cidade seja a região com maior número de pontos de congestionamentos notificados, as avenidas com piores tráfegos foram a Nações Unidas (Marginal Pinheiros) e a Brigadeiro Faria Lima, situadas ambas na Zona Sul.
Na seqüência, ficaram, nesta ordem, avenidas Rebouças, 23 de Maio, Presidente Castelo Branco, Paulista e Alcântara Machado (Radial Leste). O conjunto destas vias foi responsável por 1,2 mil registros dos taxistas, ou 10% do total.
Assaltos no trânsito
O registro de roubos em semáforos também chama a atenção no relatório anual do projeto Anjos da Cidade, com 527 ocorrências, sobretudo nos cruzamentos do bairro Vila Olímpia. Segundo os taxistas que fazem parte da iniciativa, a esquina mais perigosa da capital paulista é a da Rua das Fiandeiras, localizada próxima às avenidas Brigadeiro Faria Lima e Hélio Pellegrino. O segundo posto nesta lista fica com o cruzamento das avenidas Morumbi e Giovanni Gronchi.
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Outras notificações dignas de nota se referiram a semáforos quebrados, que chegaram a 8,935 mil aparelhos, de acordo com as informações dos taxistas. As avenidas Santo Amaro e Brigadeiro Luiz Antônio apresentaram as maiores ocorrências deste problema.
Vale dizer que o projeto Anjos da Cidade é desenvolvido pela TaxiMania, com o apoio do banco Itaú.