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Sinistralidade segue em queda no mercado segurador

Após atingir seu maior nível em março (72,66%), a taxa que mede gastos com indenização sobre prêmios vendidos caiu para 67,4% em agosto

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SÃO PAULO – De acordo com o levantamento realizado pela Federação Nacional das Seguradoras (Fenaseg), com base em dados da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), a taxa de sinistralidade considerando o mercado segurador como um todo segue sua trajetória de queda iniciada ao final do 1o trimestre deste ano.

Levando-se em conta que em março a taxa atingiu seu maior nível no ano, 72,6%, a taxa registrada em agosto, de 67,4%, é vista com bons olhos pelo mercado, além de apontar recuo na comparação com julho, quando ficou em 69,09%.

A título de explicação, vale dizer que sinistro é a ocorrência do dano em um bem sobre o qual se fez seguro. Assim, ela pode ser medida como sendo o percentual de cada R$ 1,00 em prêmios vendidos de seguro que é gasto com o pagamento de indenizações.

Em autos, sinistralidade média é de 73%

A taxa de sinistralidade na carteira de automóveis caiu para 69,65% em agosto último, a segunda menor taxa desde o mês de fevereiro (67,59%). Em agosto a taxa recuou 216 pontos base com relação a julho, quando a sinistralidade foi de 71,81%. No acumulado do ano até agosto a taxa média de sinistralidade ficou em 73,44%.

Ainda com relação aos autos, as ocorrências de danos em relação ao DPVAT (seguro obrigatório dos veículos) também foram maiores em agosto, com taxa de sinistralidade de 80,6%. Sobre janeiro (76,08%) houve elevação, mas em relação a julho (80,82%) a taxa ficou relativamente estável.

Saúde tem uma das maiores sinistralidades

Analisando ainda a taxa de sinistralidade nas demais carteiras, o que se constata é que o ramo saúde é um dos ramos de maior sinistralidade do mercado brasileiro. Em agosto, o ramo saúde registrou sinistralidade de 92,09%, o que representa uma elevação tanto na comparação com julho (89,88%), quanto com janeiro (84,55%). No ano até agosto a taxa ficou em 88,3%.

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Por sua vez, no ramo vida houve elevação da taxa de janeiro para agosto, passando de 52,02% para 54,94%. Já na comparação com julho, a taxa caiu, pois naquele mês ela estava em 59,79%. No acumulado de janeiro a agosto, a sinistralidade média foi de 55%.

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