Horário de verão termina na madrugada deste domingo

Brasileiros deverão atrasar seus relógios em uma hora, ou seja, à 0h do sábado (15/02) para domingo (16/02) os relógios serão ajustados para 23h

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SÃO PAULO – O horário de verão termina na virada deste sábado para domingo, dia 16 de fevereiro, quando a maior parte dos brasileiros deverá atrasar seus relógios em uma hora. Desta forma, à 0h todos os relógios deverão ser ajustados para 23h.

As mudanças deverão acontecer nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, além dos Estados da Bahia e Tocantins. Nas demais regiões, Norte e Nordeste, o horário de verão não foi adotado e, portanto, não haverá mudanças quanto ao horário local da região.

O horário de verão entrou em vigor no final do ano passado um pouco mais tarde, no dia 03 de novembro, de forma que sua duração acabou sendo menor, de 105 dias. O motivo do adiamento se deu por conta das Eleições 2002, pois como algumas regiões não participam do horário de verão, a abertura das urnas de votação seria diferente nestes lugares.

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Economia de energia

De acordo com o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), com o horário de verão a economia de energia chegou a 4,5% durante os horários de pico, compreendido entre as 18h e 22h, quando se concentra um maior gasto de energia por parte dos consumidores. Esta redução corresponde à economia de 1,6 mil MW no período.

Contudo, a economia no consumo de energia, no geral, deverá ficar em cerca de 0,2% durante todo o período do horário de verão, redução de 74MW no gasto de energia. No último horário de verão, 2001/2002, durante os 126 dias de duração, foi obtida uma economia de energia de 0,7%.

Nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste, a redução de energia foi de 74MW médios; na Bahia, houve redução de 9MW. Já o ganho no nível dos reservatórios nos Estados onde vigora o horário de verão, foi de cerca de 1%.

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A economia de energia no período ficou abaixo do estimado (0,6%) devido ao fato de que os brasileiros, desde o final do racionamento de energia, em março de 2002, adotaram uma postura de redução do consumo de energia como forma de poupar o orçamento, uma vez que após o programa do racionamento, muitos chegaram a conclusão de que é possível economizar energia abrindo mão de pequenos caprichos.

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