Ambiente externo sofre piora e impulsiona o dólar comercial

Mercados mostram certa precaução ao analisar comentários do Fed e indicadores norte-americanos

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SÃO PAULO – Na sessão seguinte após o Federal Reserve anunciar um corte de 25 pontos-base no juro básico norte-americano, o dólar comercial cede a um movimento de ajuste depois de cinco sessões consecutivas de queda e opera no campo positivo nesta quinta-feira (1).

A alta da moeda responde a um certo desconforto nos mercados internacionais, cautelosos acerca do comunicado que acompanhou a decisão, no qual a autoridade monetária apontou uma possível interrupção do ciclo de afrouxamento monetário.

O mercado também acompanha diversos dados divulgados, como o Core PCE, que apontou inflação dentro do esperado em setembro, e o ISM Index, sinalizando um recuo maior do que o esperado no nível da atividade industrial no décimo mês do ano.

Esfera doméstica

No País, os dados da balança comercial de outubro, que encerrou o mês com saldo positivo de US$ 3,439 bilhões, são observados.

Acompanhe as cotações

O dólar comercial opera cotado a R$ 1,7450 na compra e R$ 1,7470

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na venda, alta de 0,69% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
2,0600, representando um ágio de 18,05%
em relação ao dólar comercial.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 18,25%.

Dólar futuro na BM&F
também opera em alta

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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em dezembro
opera cotado a R$ 1.752,
alta de 0,60% em relação ao fechamento
de R$ 1.742

da última quarta-feira. O contrato com vencimento em janeiro, por sua vez, opera em forte alta de 1,03%,
atingindo R$ 1.762 frente
à R$ 1.744 do fechamento de
quarta-feira.