Ajuda do BCE e publicações nos EUA pressionam dólar comercial

Tensões são amenizadas por injeção de recursos do Banco Central Europeu e dados sobre o setor imobiliário norte-americano

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SÃO PAULO – Após quatro sessões consecutivas de alta, o dólar comercial passa por movimento de ajuste e registra queda nesta terça-feira (18), refletindo clima mais ameno no plano externo.

A trajetória é apoiada pela divulgação de indicadores relativos ao setor imobiliário nos EUA, como o Housing Starts e Building Permits, que em novembro superaram a expectativa do mercado, favorecendo o clima mais ameno.

Ainda na esfera internacional, a injeção de US$ 500 bilhões no mercado por parte do BCE (Banco Central Europeu) e o lucro reportado pelo banco Goldman Sachs no último trimestre também amenizam as tensões

Banco Central

No País, o único destaque foi a nova intervenção do Banco Central, que realizou compra de dólares à vista, via leilão, fixando a taxa de corte da moeda em R$ 1,8038. De acordo com fontes do mercado, ao menos quatro propostas foram aceitas.

Acompanhe as cotações

O dólar comercial opera cotado a R$ 1,8040 na compra e R$ 1,8060

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na venda, baixa de 0,33% em relação ao fechamento anterior. No mercado paralelo, a moeda norte-americana opera negociada a R$
1,9700, representando um ágio de 9,20%
em relação ao dólar comercial.
Apesar desta queda, o
dólar acumula valorização de 0,78% em dezembro, frente
à alta de 3,29% registrada no mês passado.

No ano a desvalorização acumulada da moeda norte-americana
já chega a 15,49%.

Dólar futuro na BM&F
também opera em queda

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Na BM&F, o contrato futuro com vencimento em janeiro
opera cotado a R$ 1.808,
baixa de 0,44% em relação ao fechamento
de R$ 1.816

da última segunda-feira. O contrato com vencimento em fevereiro, por sua vez, opera em baixa de 0,22%,
atingindo R$ 1.815 frente
à R$ 1.819 do fechamento de

ontem.

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