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SÃO PAULO – O presidente do Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito do Petróleo (Sindigás), Sérgio Bandeira de Mello, confirmou que não há nenhuma perspectiva de que o preço do gás de cozinha irá aumentar para consumidores e redistribuidores.
Segundo ele, está informação ainda não foi confirmada e os sindicatos são livres para colocar qualquer preço. “Quem determina os preços é o mercado. Mas o que está acontecendo é boataria [de que os preços vão aumentar]”, afirma Sérgio de Mello.
No entanto, o presidente do Sindigás confirma, em nome do Superintendente de Abastecimento da Agência Nacional de Petróleo (ANP), Roberto Ardeghy, que os técnicos da ANP estão “debruçados nas máquinas” e que, a partir de pesquisas, concluíram que “não existe condição de aumento de preço para consumidores e redistribuidores”.
Preços
Há dois anos o preço do gás de cozinha não tem reajuste, apesar do aumento dos insumos como aço, energia elétrica e salários.
O que aconteceu no mês de maio foi um aumento expressivo no consumo de Gás Liquefeto do Petróleo, o gás de cozinha, porque as pessoas estocaram o produto, ao achar que a crise do gás boliviano afetaria seu preço.
Mas o aumento da demanda não afeta o preço do produto, desde que a oferta se mantenha; e atualmente a Petrobras tem capacidade suficiente de suprir a procura de GLP Nacional.