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SÃO PAULO – A extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) é tema polêmico e motivo de debate em todas as categorias. Para se ter uma idéia, durante palestra promovida pela Associação dos Dirigentes de Vendas e Marketing do Brasil, 83% das pessoas ouvidas se mostraram favoráveis ao fim total e imediato do tributo.
Neste sentido, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, vem pedindo o fim da CPMF a partir de janeiro de 2008.
Medidas
Dos presentes no evento, 13% optaram pela extinção paulatina e parcial dessa contribuição e 4% manifestaram-se pela manutenção da CPMF.
Ao todo, estavam no evento 300 pessoas, entre empresários, executivos e convidados.
Propostas
O líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR), e o ministro da Fazenda, Guido Mantega, discutiram na última terça-feira (11) as dificuldades que o governo terá durante a votação da proposta que prorroga a (CPMF) até 2011.
A possibilidade de se construir uma alternativa no relatório do deputado Antonio Palocci (PT-SP) que possa indicar um abrandamento, no futuro, da cobrança da contribuição, também esteve na pauta da discussão.
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Jucá afirmou ser favorável a uma redução gradual, dentro de uma análise criteriosa que deve começar pelos pontos de maior impacto. O senador afirmou, ainda, que existem alternativas à redução de alíquotas no futuro, como a diminuição da carga tributária em determinados setores e a desoneração da folha de pagamento.