Commodities registram forte queda, pressionando ações do setor

Papéis da Vale e da Petrobras recuam forte, tanto em São Paulo quanto em Nova York; ações internacionais também caem

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SÃO PAULO – O pregão desta terça-feira (4) exibe recuo na cotação das principais commodities – sejam elas agrícolas, energéticas ou metálicas -, trazendo consigo as ações das companhias relacionadas. 

Há pouco, os contratos do cobre registravam queda de 1,57% na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange, enquanto a prata caía 0,11%. Na LME (London Metals Exchange), alumínio, zinco e níquel também registravam fortes quedas, de 2,6%, 3,5% e 2,2%, respectivamente.

Já o petróleo do tipo Brent negociado na bolsa de Nova York acumulava desvalorização de 1,39%, enquanto o WTI (West Texas Intermediate) caía 1,90%. 

Quanto às commodities agrícolas, o movimento também é de desvalorização. Às 10h45, a cotação do trigo registrava recuo de 0,67%, enquanto o algodão apontava queda de 0,65% e a soja caía 0,28%. 

Papéis seguem embalo
Pressionados pelo desempenho das commodities e pelo noticiário recente, os papéis da Petrobras (PETR3, PETR4) mantêm o movimento de queda registrado ao longo do último pregão. Por volta de 10h50, as ações ordinárias da estatal caíam 2,26%, para R$ 34,60, e as preferenciais recuavam 2,32%, para R$ 30,77, enquanto os ADRs (American Depositary Receipts) negociados na bolsa de Nova York sofriam desvalorização de 2,98%.

Da mesma forma, a Vale (VALE3, VALE5) via seus papéis ordinários e preferenciais classe A recuarem 2,65% e 2,54%, para R$ 50,41 e R$ 44,20, respectivamente, enquanto seus ADRs eram negociados em queda de 3,85%.

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No plano internacional, as empresas de commodities também sofrem pressão devido ao recuo na cotação das matérias-primas. Os papéis da Alcoa caíam 4,03%, enquanto as ações da Exxon Mobil exbiam contração de 1,49%.